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domingo, 17 de janeiro de 2016
A vida
Angústia é o que me descreve nesse momento. Sabe, é uma das piores sensações que um ser humano pode sentir. Um sentimento ruim. Você se esquece do que acabou de fazer. Tenta procurar algo para se distrair, mas nada adianta. As vezes, apenas um abraço e uma boa conversa é suficiente para acabar com ela. As vezes, só o tempo para pôr as coisas em ordem novamente. Suspiros, suspiros, suspiros. Pensamentos. E uma vida inteira pela frente para ser vivida. Por falar em vida, parei para pensar nela. "Respeitem os mais velhos". Tenho certeza que você já ouviu essa frase antes. Mas sabem de uma coisa, eles têm toda a razão. Os mais velhos tem muito mais experiência que nós, jovens. Já notaram como a gente sempre tem um 'sofrimento', uma tristeza em todas as fazes da nossa vida?
Quando somos crianças, choramos, nos acabamos, ficamos tristes quando nossos pais não nos dão um brinquedo que queremos tanto. Nós aprendemos, com isso, o valor do dinheiro e que nem sempre se consegue o que quer. Quando somos adolescentes, passamos por uma fase ainda mais difícil nesse jogo chamado vida. O começo de tudo: descobertas, relacionamentos, sonhos, destinos, vida intensa. Choros, risos, sofrimentos de paixonites e amores platônicos. Oh, fase difícil. " Você me diz que seus pais não o entendem, mas você não entende seus pais"... Nessa fase, aprendemos que a vida não é aquele mar de rosas que a infância nos era. A vida é uma seleção. Adquirimos bastante experiência nessa fase. Não tarda, por que o tempo voa, e chega a fase adulta. Nessa fase, sofremos para procurar um bom emprego, nos preocupamos com casamento, filhos, negócios, casa, contas... E logo vem a crise da meia idade. Ah, os 40 anos. A metade de uma vida humana. O que pensar nessa fase? Muitos adoecem, descobrem câncers, começam a tomar inúmeros remédios... Nessa fase, aprendemos a ser pacientes, a educar uma criança para a vida inteira, a reaponsabilidade de ser pais... Adquirimos experiência. E por fim, chega a melhor idade: a velhice. Tudo que vivemos em todos esses anos de vida, todos os sofrimentos, que nos fizeram cair, mas levantar, se erguer novamente, tudo isso, nos dá a experiência necessária quando chegamos a tal fase. E é por isso, que devemos respeitar os mais velhos. Somos jovens. Ainda temos muito chão pela frente, e muitas experiências para viver. Diga mais "eu te amo" para quem você ama. Viva a vida intensamente, em cada fase, em cada momento. E lembrem-se: os pequenos momentos são os que valem mais, acreditem! Um beijo, e uma ótima semana para todos! ;)
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Semaninha
Hoje é quarta. Quarta, quarta, quarta. Amanhã é Quinta. Quinta, quinta, quinta. E depois será Sexta. Sexta, sexta, sexta. Logo vem o Sábado. Sabadinho, sabadão. Sabadão quando chamo os amigos e tem curtição. Sabadinho quando é chatinho, sem emoção. Já não tarda e nasce o Domingo. Domingão do Faustão? Não! Prefiro o Silvio Santos, a ver na televisão. Chega a Segunda. Ah, a Segunda. O pior dia da semana, a não ser que seja o seu dia de folga. Vem a Terça, mas não tarda e volta a ser Quarta. De novo Quarta. E infinitas Quartas-Feiras ainda virão. Assim é o ciclo da vida.
You
Já ouvi muito as pessoas falarem, ''Você ficaria bonito se parasse de se vestir como um maluco, se raspasse a cabeça e deixasse o cabelo crescer normal novamente, se tirasse esses alargadores...''
Eu apenas gosto de me sentir bem, de me vestir e me expressar como sinto confortável, se isso me faz ser louco, bem, então eu sou muito louco. Não mudaria o que eu sou pelo oque acham sobre mim, se para ser bonito tivesse que me mudar, então sou feio, é isso que sou e não mudarei até que sinta realmente vontade de fazer.
Seja você mesmo, independente das pessoas, só você sabe como se sente, só você se entende, todos são diferentes, e isso que faz o mundo um lugar mais divertido.
E dai se sou louco? As melhores pessoas são.
Tão amargos são os doces
Chegando na escola, a jovem sentou-se e permaneceu quieta, enquanto todos a sua volta conversavam e sorriam. Ela tinha vergonha de sorrir. Vergonha de expressar sua opinião e ser criticada, afinal ela não gostava de ouvir críticas, pois era uma coisa que não era acostumada a lidar. Ela se sentia inferior aos outros, inferior a todos. Sua auto-estima é muito baixa. E por quê? Traumas psicológicos da sua antiga escola. Todos riam dela, a chamavam dos piores nomes, na época, para uma criança: feia, gorda, hipopótama, bujão de gás, mister bin, dondoca-cara-de-paçoca. Ela não sabia se defender, comsequencias da extrema proteção que recebia. Infelizmente, traumas infantis não são facilmente curados e ela os levou até a adolescência, fase atual de sua vida. É como uma cicatriz, que não some. Ela acha que todos à sua volta, podem a qualquer momento, criticá-la ou simplesmente rir dela. Ela observa tudo, ela observa todos.
Passa as manhãs inteiras solitária na escola. Ao fim do dia, volta para a casa e pensa como o seu dia poderia ser mais legal se estivesse sido mais comunicativa, afinal a sociedade te obriga a ser bem desenvolvida, extrovertida e tudo mais. Muitos criticam e vêem a timidez como uma doença. Mas será mesmo uma doença ou apenas a maneira de ser de um ser humano?
Passa as manhãs inteiras solitária na escola. Ao fim do dia, volta para a casa e pensa como o seu dia poderia ser mais legal se estivesse sido mais comunicativa, afinal a sociedade te obriga a ser bem desenvolvida, extrovertida e tudo mais. Muitos criticam e vêem a timidez como uma doença. Mas será mesmo uma doença ou apenas a maneira de ser de um ser humano?
Mas, proteção demais dá nisso. "Doces", tão doces que seus pais lhe deram na infância, acabaram amargando sua adolescência. Agora ela é escrava da vida e das tardes na psicóloga, onde tenta reverter esta situação para se tornar uma adulta mais segura de si e independente.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Cuidado com o coração
Como pode um coração bater tão forte por uma pessoa? Muitas vezes, uma pessoa que nunca vimos na vida, mas é "aquele ditado": amor a primeira vista. Seu corpo começa a tremer, suas mãos a suar frio, e você fica super nervoso na presença da pessoa amada. Você tenta disfarçar, mas as vezes é em vão, estão bem óbvios os seus sentimentos, como uma janela escancarada. A partir de então você começa a encontrar aquela pessoa amada todos os dias, afinal ela é do seu curso/trabalho. Muitas vezes, essas pessoas que sofrem de " amor a primeira vista", são levadas a acreditar que estão amando devido à beleza da pessoa, sem nem ao menos conhecê-la internamente, digo, seu caráter, suas virtudes e até seus defeitos. Para mim, amor não é isso. Seria mais uma espécie de paixonite. Será que você aguentaria viver o resto da sua vida ao lado de um rostinho bonito, um corpo malhado, mas um cerébro de pinico? Cuidado com seu coraçao, pois ele as vezes o engana. Digamos que você seja do tipo que conhece a pessoa antes de se apaixonar. Sim, você sabe as virtudes daquela pessoa, a conhece como ninguém na vida. Vocês começam a namorar... E como todo começo de namoro, é tudo as mil maravilhas. Conversas 24h por dia, sua conta de telefone aumenta drasticamente. Você envia selfies, e papéis escrito coisas fofas e emoticons de coração. É assim até meado de seis meses. Após isso, na maioria das vezes vira rotina. Sim, o amor ainda existe, e ainda está ali, mesmo que se expresse poucas vezes e de maneira diferente do que costumava ser. Mas vocês ainda se amam. E devem cultivar esse amor. A rotina deixa tudo mais estável. Isso é bom de certa forma, mas as vezes é preciso inovar. A vida é linda, os amores estão aí para serem vividos e você não tem nada a perder. Mas cuidado com o coraçao, ele pode decepcionar você.
Quarto escuro
Bem, desde criança nunca fui de acreditar em contos de fadas ou coisas assim, sempre vi a realidade do mundo, o quanto as pessoas podem e são más e cruéis, bem não sei se me retiraram a infância, ou eu a perdi, mas eu não consigo me lembrar de nada que não seja trágico, as pessoas odiavam minha existência, não e algo que uma criança conseguisse entender, minha infância foi confusa, eu não conseguia entender o motivo de todo aquele ódio, mas as pessoas odeiam tudo que não podem compreender, eu cresci sozinho e trancado no meu quarto, tendo apenas meu computados como companhia, então sempre odiei estudar e sair, mas como toda criança cresce, eu cresci, mesmo que desejasse estar morto a maioria do tempo.
Resolvi não me importar com os outros, resolvi sair e viver e pegar de volta tudo que perdi, todo meu tempo perdido e todas lagrimas que perdi, não importa mais oque pensam, se não gostarem de mim, então é a vez deles se trancarem no quarto.
domingo, 10 de janeiro de 2016
Era uma vez, um menino...
Certo dia, ele estava lá em sua casa, picotando jornal para fazer papel marchê. Era uma criança bem lúdica e inocente, era fácil fazê-la feliz: bastava um pacote de bolacha passa-tempo e a TV ligada em um canal de desenhos.
Escola? Não era problema, apesar dos deveres que ele achava "chatos", a escola era até um lugar divertido, pois como qualquer criança, adorava brincar com seus colegas no recreio. E as brincadeiras eram as mais diversas: polícia e ladrão, geladeira, pega-pega, baleado, alerta e muito mais.
Em casa era uma peste, dava chilique para tomar banho, pirraçava a babá, pulava na cama e aprontava bastante. Mas, não deixava de ter um bom coração e de se importar com o bem estar dos outros. Era apenas uma criança sendo criança.
Mas, o tempo passa, não é mesmo? Essa fase tão boa da vida foi deixada para trás e agora tudo mudou; quero dizer, quase tudo; Seus pensamentos mudaram, suas ideias, opiniões e preceitos. Seu corpo esticou, sua voz engrossou e sua barba cresceu (quase nada mas enfim).
Era a adolescência chegando: fase de novas descobertas, fase difícil para ele. As conversas na escola mudaram: agora só se falavam de festas, bebidas, bundas e safadezas. Enquanto seus colegas conversavam sobre masturbação, ele nem mesmo sabia o que era aquilo. Posso dizer que foi o último garoto da classe a descobrir "as coisas da vida". Ele era diferente dos outros, diferente de todos.
Agora, no fim de sua adolescência, se prepara para a fase adulta. A faculdade de odontologia começa em poucos dias. E ele está ansioso para essa nova fase da vida, onde, com o tempo, se tornará cada vez mais independente, como sempre sonhou.
Escola? Não era problema, apesar dos deveres que ele achava "chatos", a escola era até um lugar divertido, pois como qualquer criança, adorava brincar com seus colegas no recreio. E as brincadeiras eram as mais diversas: polícia e ladrão, geladeira, pega-pega, baleado, alerta e muito mais.
Em casa era uma peste, dava chilique para tomar banho, pirraçava a babá, pulava na cama e aprontava bastante. Mas, não deixava de ter um bom coração e de se importar com o bem estar dos outros. Era apenas uma criança sendo criança.
Mas, o tempo passa, não é mesmo? Essa fase tão boa da vida foi deixada para trás e agora tudo mudou; quero dizer, quase tudo; Seus pensamentos mudaram, suas ideias, opiniões e preceitos. Seu corpo esticou, sua voz engrossou e sua barba cresceu (
Era a adolescência chegando: fase de novas descobertas, fase difícil para ele. As conversas na escola mudaram: agora só se falavam de festas, bebidas, bundas e safadezas. Enquanto seus colegas conversavam sobre masturbação, ele nem mesmo sabia o que era aquilo. Posso dizer que foi o último garoto da classe a descobrir "as coisas da vida". Ele era diferente dos outros, diferente de todos.
Agora, no fim de sua adolescência, se prepara para a fase adulta. A faculdade de odontologia começa em poucos dias. E ele está ansioso para essa nova fase da vida, onde, com o tempo, se tornará cada vez mais independente, como sempre sonhou.
sábado, 9 de janeiro de 2016
O destino nos trouxe aqui
Bem vindos ao blog Cartas Avulsas!
Neste espaço, vamos compartilhar nossos textos, poesias, mensagens, e tudo de bom e ruim que a vida nos proporcionou. Uma evolução, de jovens, prestes a chegarem à fase adulta: faculdade, emprego, compromissos e muita responsabilidade. É assim que se inicia a vida. A vida fora dos contos de fada... Histórias do passado e do presente, parágrafos felizes e tristes, de uma vida de amizades, sonhos e ilusões.
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