E mesmo sem te ver
Acho até que estou indo bem
Só apareço, por assim dizer
Quando convém aparecer
Ou quando quero
Quando quero
Desenho toda a calçada
Acaba o giz, tem tijolo de construção
Eu rabisco o sol que a chuva apagou
Quero que saibas que me lembro
Queria até que pudesses me ver
És, parte ainda do que me faz forte
Pra ser honesto
Só um pouquinho infeliz
Mas tudo bem
Tudo bem, tudo bem...
Lá vem, lá vem, lá vem de novo
Acho que estou gostando de alguém
E é de ti que não esquecerei
Tudo bem, tudo bem...
Eu rabisco o sol que a chuva apagou
Tudo bem, tudo bem...
Acho que estou gostando de alguém
Tudo bem, tudo bem...
Mostrando postagens com marcador Ricardo. Mostrar todas as postagens
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domingo, 22 de maio de 2016
E o tempo passou...
Sabe, hoje me deu uma saudade de ser criança... Eu estava de boa na sala, vendo vídeos dos meus youtubers favoritos, quando ouço a televisão do quarto do meu tio anunciar que a "Sessão da Tarde" estava começando e logo em seguida ouço a voz da Rapunzel. Era o filme "Enrolados" que estava passando.Nesse instante eu parei pra pensar que, há alguns anos atrás, em um dia de domingo como o de hoje, criança, era eu quem estava assistindo filmes nas tardes de domingo na Globo. Atualmente estou com 18 anos, o que não quer dizer que eu não possa assistir ao filme por ser algo infantil, mas acontece que tenho teste amanhã na faculdade e tenho que passar meu domingo estudando.
É nessas horas que me vem à saudade de ser criança. A gente passa essa fase inteira desejando a independência: "mãe, me dá esse brinquedo?" "Não" "Quando eu crescer vou trabalhar e vou poder comprar TUDO que eu quiser". Pequena mente ingênua. Se fosse fácil assim seria bom, né? Nossos pais nos diziam "aproveitem a infância, pois ela não vai durar para sempre" e nós, tolos, não víamos a hora dessa fase de "ninguém manda em mim" acabar logo. Nós achávamos que iria durar uma eternidade, quando na verdade o futuro estava tão próximo que nem podíamos imaginar. Agora, só agora, que percebemos o quanto éramos bobos.
Crecemos
domingo, 17 de janeiro de 2016
A vida
Angústia é o que me descreve nesse momento. Sabe, é uma das piores sensações que um ser humano pode sentir. Um sentimento ruim. Você se esquece do que acabou de fazer. Tenta procurar algo para se distrair, mas nada adianta. As vezes, apenas um abraço e uma boa conversa é suficiente para acabar com ela. As vezes, só o tempo para pôr as coisas em ordem novamente. Suspiros, suspiros, suspiros. Pensamentos. E uma vida inteira pela frente para ser vivida. Por falar em vida, parei para pensar nela. "Respeitem os mais velhos". Tenho certeza que você já ouviu essa frase antes. Mas sabem de uma coisa, eles têm toda a razão. Os mais velhos tem muito mais experiência que nós, jovens. Já notaram como a gente sempre tem um 'sofrimento', uma tristeza em todas as fazes da nossa vida?
Quando somos crianças, choramos, nos acabamos, ficamos tristes quando nossos pais não nos dão um brinquedo que queremos tanto. Nós aprendemos, com isso, o valor do dinheiro e que nem sempre se consegue o que quer. Quando somos adolescentes, passamos por uma fase ainda mais difícil nesse jogo chamado vida. O começo de tudo: descobertas, relacionamentos, sonhos, destinos, vida intensa. Choros, risos, sofrimentos de paixonites e amores platônicos. Oh, fase difícil. " Você me diz que seus pais não o entendem, mas você não entende seus pais"... Nessa fase, aprendemos que a vida não é aquele mar de rosas que a infância nos era. A vida é uma seleção. Adquirimos bastante experiência nessa fase. Não tarda, por que o tempo voa, e chega a fase adulta. Nessa fase, sofremos para procurar um bom emprego, nos preocupamos com casamento, filhos, negócios, casa, contas... E logo vem a crise da meia idade. Ah, os 40 anos. A metade de uma vida humana. O que pensar nessa fase? Muitos adoecem, descobrem câncers, começam a tomar inúmeros remédios... Nessa fase, aprendemos a ser pacientes, a educar uma criança para a vida inteira, a reaponsabilidade de ser pais... Adquirimos experiência. E por fim, chega a melhor idade: a velhice. Tudo que vivemos em todos esses anos de vida, todos os sofrimentos, que nos fizeram cair, mas levantar, se erguer novamente, tudo isso, nos dá a experiência necessária quando chegamos a tal fase. E é por isso, que devemos respeitar os mais velhos. Somos jovens. Ainda temos muito chão pela frente, e muitas experiências para viver. Diga mais "eu te amo" para quem você ama. Viva a vida intensamente, em cada fase, em cada momento. E lembrem-se: os pequenos momentos são os que valem mais, acreditem! Um beijo, e uma ótima semana para todos! ;)
sábado, 16 de janeiro de 2016
Apenas imaginação
E ficávamos na cama até domingo
Nós costumávamos ser tão livres
Nós estavamos vivendo pelo amor que tinhamos e
Não vivendo na realidade
Apenas a minha imaginação
Apenas a minha imaginação
Apenas a minha imaginação
Foi...
Apenas a minha imaginação
Apenas a minha imaginação
Apenas a minha imaginação
Foi...
Houve uma época em que eu costumava rezar Eu sempre mantive minha fé no amor
É a grande coisa do homem lá em cima
O jogo que eu costumava jogar
Eu sempre coloquei minhas cartas na mesa Nunca poderão dizer que eu fui instável
Apenas a minha imaginação
Apenas a minha imaginação
Apenas a minha imaginação
Foi...
Apenas a minha imaginação
Apenas a minha imaginação
Apenas a minha imaginação
Foi...
Há um jogo que eu gosto de jogar
Eu gosto de ir ao centro sexta à noite
E ficar na cama até domingo
Nós sempre seremos livres assim
Nós estaremos vivendo pelo amor que temos Não vivendo pela realidade
Isso não é a minha imaginação
Isso não é a minha imaginação
Isso não é a minha imaginação
Não pode ser...
Não minha imaginação
Não minha imaginação
Não minha imaginação
Não deve ser...
Não minha, não minha, não minha, não minha...
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Scooby Doo
Bem gente, eu sei que o tema do blog é juventude e amadurecimento, mas, eu gostaria de deixar registrado aqui esse desenho que foi da minha infância, e acredito que da infância da maioria das pessoas da minha faixa etária do mundo inteiro. #nostalgia
Se você nunca assistiu scooby-doo, desculpe meu amigo, mas você não é desse planeta. Eu amava assistir o Scooby, e até hoje de vez em quando eu assisto. Amo todos os filmes, principalmente o da ilha do espanto. É um desenho muito divertido para todas as idades, pois você fica na expectativa de saber quem é o criminoso por trás da máscara. E eu particularmente adoro suspense e aventura. E na minha infância, esse desenho representou bem isso.
Vou deixar aqui o vídeo de abertura de um dos desenhos do Scooby-Doo, o melhor na minha opinião!
Proteja-me do que eu quero
Um curta muito fofo sobre descobertas. Vale a pena assistir!! *-* *-* *-* *-* *-* *-*
Clique para assistir
Clique para assistir
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
O amanhã
Quando vem o amanhã incerto
E a certeza me faz ver o inverso
Já não tenho o mesmo medo de me repetir
A verdade disso tudo é o que me faz seguir
Não vou mudar em vão
Pra que mentir
Se os dias vem e vão e não me vejo aqui
E quando vem o amanhã incerto
E a certeza me faz ver o inverso
Já não tenho o mesmo medo de me repetir
A verdade disso tudo é o que me faz seguir
Não vou mudar em vão pra que mentir
Se os dias vem e vão e não me vejo aqui
Passo a passo vou na forma descompasso acelerando
A noite toda 24 horas não me fazem
Crer que a vida inteira num segundo na maneira
Que esse mundo imundo de poeira me fez
Perceber que tudo não passou de um sonho todo tolo
E o consolo é perceber que o
Amanhã existe e que eu posso ser feliz, sem me entregar
Não vou mudar em vão
Pra que mentir
Se os dias vem e vão e não me vejo aqui
Não vou mudar em vão
Pra que mentir
Se os dias vem e vão e não me vejo aqui
E a certeza me faz ver o inverso
Já não tenho o mesmo medo de me repetir
A verdade disso tudo é o que me faz seguir
Não vou mudar em vão
Pra que mentir
Se os dias vem e vão e não me vejo aqui
E quando vem o amanhã incerto
E a certeza me faz ver o inverso
Já não tenho o mesmo medo de me repetir
A verdade disso tudo é o que me faz seguir
Não vou mudar em vão pra que mentir
Se os dias vem e vão e não me vejo aqui
Passo a passo vou na forma descompasso acelerando
A noite toda 24 horas não me fazem
Crer que a vida inteira num segundo na maneira
Que esse mundo imundo de poeira me fez
Perceber que tudo não passou de um sonho todo tolo
E o consolo é perceber que o
Amanhã existe e que eu posso ser feliz, sem me entregar
Não vou mudar em vão
Pra que mentir
Se os dias vem e vão e não me vejo aqui
Não vou mudar em vão
Pra que mentir
Se os dias vem e vão e não me vejo aqui
Semaninha
Hoje é quarta. Quarta, quarta, quarta. Amanhã é Quinta. Quinta, quinta, quinta. E depois será Sexta. Sexta, sexta, sexta. Logo vem o Sábado. Sabadinho, sabadão. Sabadão quando chamo os amigos e tem curtição. Sabadinho quando é chatinho, sem emoção. Já não tarda e nasce o Domingo. Domingão do Faustão? Não! Prefiro o Silvio Santos, a ver na televisão. Chega a Segunda. Ah, a Segunda. O pior dia da semana, a não ser que seja o seu dia de folga. Vem a Terça, mas não tarda e volta a ser Quarta. De novo Quarta. E infinitas Quartas-Feiras ainda virão. Assim é o ciclo da vida.
Tão amargos são os doces
Chegando na escola, a jovem sentou-se e permaneceu quieta, enquanto todos a sua volta conversavam e sorriam. Ela tinha vergonha de sorrir. Vergonha de expressar sua opinião e ser criticada, afinal ela não gostava de ouvir críticas, pois era uma coisa que não era acostumada a lidar. Ela se sentia inferior aos outros, inferior a todos. Sua auto-estima é muito baixa. E por quê? Traumas psicológicos da sua antiga escola. Todos riam dela, a chamavam dos piores nomes, na época, para uma criança: feia, gorda, hipopótama, bujão de gás, mister bin, dondoca-cara-de-paçoca. Ela não sabia se defender, comsequencias da extrema proteção que recebia. Infelizmente, traumas infantis não são facilmente curados e ela os levou até a adolescência, fase atual de sua vida. É como uma cicatriz, que não some. Ela acha que todos à sua volta, podem a qualquer momento, criticá-la ou simplesmente rir dela. Ela observa tudo, ela observa todos.
Passa as manhãs inteiras solitária na escola. Ao fim do dia, volta para a casa e pensa como o seu dia poderia ser mais legal se estivesse sido mais comunicativa, afinal a sociedade te obriga a ser bem desenvolvida, extrovertida e tudo mais. Muitos criticam e vêem a timidez como uma doença. Mas será mesmo uma doença ou apenas a maneira de ser de um ser humano?
Passa as manhãs inteiras solitária na escola. Ao fim do dia, volta para a casa e pensa como o seu dia poderia ser mais legal se estivesse sido mais comunicativa, afinal a sociedade te obriga a ser bem desenvolvida, extrovertida e tudo mais. Muitos criticam e vêem a timidez como uma doença. Mas será mesmo uma doença ou apenas a maneira de ser de um ser humano?
Mas, proteção demais dá nisso. "Doces", tão doces que seus pais lhe deram na infância, acabaram amargando sua adolescência. Agora ela é escrava da vida e das tardes na psicóloga, onde tenta reverter esta situação para se tornar uma adulta mais segura de si e independente.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Chame o médico
Ele é um monstro
Aquele menino, ele é um monstro de merda
Mas eu o amo, sim eu amo ele
Até que você seja sua própria obra de arte
Ele está fazendo sua parte
Porque ele está ganhando meu coração
Apenas um fogo que queima gasolina através da escuridão e
Ele está fazendo sua parte
Porque ele está ganhando meu coração
Ele é humano, não importa
Eu sei que ele é o que eu quero
Eu posso fazê-lo evitar um desastre
Eu sei
Deve ter algo de errado comigo
Ele é um monstro, porque eu te quero
Por favor, me diga, por favor, me diga
Ele é um monstro
Aquele menino, ele é um monstro de merda
Mas eu o amo, sim eu amo ele
Quando olham nos olhos dele, tudo o que vêem é medo
Deixe-me deixar isto bem claro
Eu quero ele perto
A maioria das pessoas não consegue dormir
Sentindo que ele está lá fora, nas ruas
Ele me dá medo
Ele me dá medo
Ele é humano, será que importa
Eu sei que ele é o que eu quero
Eu posso fazê-lo evitar um desastre
Eu sei
Deve ter algo de errado comigo
Ele é um monstro, porque eu te quero
Por favor, me diga, por favor, me diga
Ele é um monstro
Ele é um monstro
Aquele menino, ele é um monstro de merda
Ele não sabe bem como se vestir
Ele é uma besta, ele é estranho
Ele nunca se olha no espelho
Deve ter algo de errado comigo
Ele é um monstro, porque eu te quero
Ele é um monstro
Aquele menino, ele é um monstro de merda
Mas eu o amo, sim eu amo ele
Cuidado com o coração
Como pode um coração bater tão forte por uma pessoa? Muitas vezes, uma pessoa que nunca vimos na vida, mas é "aquele ditado": amor a primeira vista. Seu corpo começa a tremer, suas mãos a suar frio, e você fica super nervoso na presença da pessoa amada. Você tenta disfarçar, mas as vezes é em vão, estão bem óbvios os seus sentimentos, como uma janela escancarada. A partir de então você começa a encontrar aquela pessoa amada todos os dias, afinal ela é do seu curso/trabalho. Muitas vezes, essas pessoas que sofrem de " amor a primeira vista", são levadas a acreditar que estão amando devido à beleza da pessoa, sem nem ao menos conhecê-la internamente, digo, seu caráter, suas virtudes e até seus defeitos. Para mim, amor não é isso. Seria mais uma espécie de paixonite. Será que você aguentaria viver o resto da sua vida ao lado de um rostinho bonito, um corpo malhado, mas um cerébro de pinico? Cuidado com seu coraçao, pois ele as vezes o engana. Digamos que você seja do tipo que conhece a pessoa antes de se apaixonar. Sim, você sabe as virtudes daquela pessoa, a conhece como ninguém na vida. Vocês começam a namorar... E como todo começo de namoro, é tudo as mil maravilhas. Conversas 24h por dia, sua conta de telefone aumenta drasticamente. Você envia selfies, e papéis escrito coisas fofas e emoticons de coração. É assim até meado de seis meses. Após isso, na maioria das vezes vira rotina. Sim, o amor ainda existe, e ainda está ali, mesmo que se expresse poucas vezes e de maneira diferente do que costumava ser. Mas vocês ainda se amam. E devem cultivar esse amor. A rotina deixa tudo mais estável. Isso é bom de certa forma, mas as vezes é preciso inovar. A vida é linda, os amores estão aí para serem vividos e você não tem nada a perder. Mas cuidado com o coraçao, ele pode decepcionar você.
domingo, 10 de janeiro de 2016
Porta aberta
Os dias passam devagar
A noite me diz que você não vai voltar
Os móveis saem do lugar
Eu corro o mundo e não consigo te alcançar
Sem você meu rádio fica mudo,
Minha TV fica sem cor,
Meu violão fica sem som,
Sem você meu corpo não reflete mais no espelho,
Minha casa cai,
Sem você eu perco o chão
Então me aceite como eu sou
Não me peça pra mudar
Essas manias que você já perdoou
Eu vou levando a vida, ah
Eu vou tentando disfarçar
Mas vou deixar a porta do meu quarto aberta
Caso você queira voltar



Era uma vez, um menino...
Certo dia, ele estava lá em sua casa, picotando jornal para fazer papel marchê. Era uma criança bem lúdica e inocente, era fácil fazê-la feliz: bastava um pacote de bolacha passa-tempo e a TV ligada em um canal de desenhos.
Escola? Não era problema, apesar dos deveres que ele achava "chatos", a escola era até um lugar divertido, pois como qualquer criança, adorava brincar com seus colegas no recreio. E as brincadeiras eram as mais diversas: polícia e ladrão, geladeira, pega-pega, baleado, alerta e muito mais.
Em casa era uma peste, dava chilique para tomar banho, pirraçava a babá, pulava na cama e aprontava bastante. Mas, não deixava de ter um bom coração e de se importar com o bem estar dos outros. Era apenas uma criança sendo criança.
Mas, o tempo passa, não é mesmo? Essa fase tão boa da vida foi deixada para trás e agora tudo mudou; quero dizer, quase tudo; Seus pensamentos mudaram, suas ideias, opiniões e preceitos. Seu corpo esticou, sua voz engrossou e sua barba cresceu (quase nada mas enfim).
Era a adolescência chegando: fase de novas descobertas, fase difícil para ele. As conversas na escola mudaram: agora só se falavam de festas, bebidas, bundas e safadezas. Enquanto seus colegas conversavam sobre masturbação, ele nem mesmo sabia o que era aquilo. Posso dizer que foi o último garoto da classe a descobrir "as coisas da vida". Ele era diferente dos outros, diferente de todos.
Agora, no fim de sua adolescência, se prepara para a fase adulta. A faculdade de odontologia começa em poucos dias. E ele está ansioso para essa nova fase da vida, onde, com o tempo, se tornará cada vez mais independente, como sempre sonhou.
Escola? Não era problema, apesar dos deveres que ele achava "chatos", a escola era até um lugar divertido, pois como qualquer criança, adorava brincar com seus colegas no recreio. E as brincadeiras eram as mais diversas: polícia e ladrão, geladeira, pega-pega, baleado, alerta e muito mais.
Em casa era uma peste, dava chilique para tomar banho, pirraçava a babá, pulava na cama e aprontava bastante. Mas, não deixava de ter um bom coração e de se importar com o bem estar dos outros. Era apenas uma criança sendo criança.
Mas, o tempo passa, não é mesmo? Essa fase tão boa da vida foi deixada para trás e agora tudo mudou; quero dizer, quase tudo; Seus pensamentos mudaram, suas ideias, opiniões e preceitos. Seu corpo esticou, sua voz engrossou e sua barba cresceu (
Era a adolescência chegando: fase de novas descobertas, fase difícil para ele. As conversas na escola mudaram: agora só se falavam de festas, bebidas, bundas e safadezas. Enquanto seus colegas conversavam sobre masturbação, ele nem mesmo sabia o que era aquilo. Posso dizer que foi o último garoto da classe a descobrir "as coisas da vida". Ele era diferente dos outros, diferente de todos.
Agora, no fim de sua adolescência, se prepara para a fase adulta. A faculdade de odontologia começa em poucos dias. E ele está ansioso para essa nova fase da vida, onde, com o tempo, se tornará cada vez mais independente, como sempre sonhou.
sábado, 9 de janeiro de 2016
O destino nos trouxe aqui
Bem vindos ao blog Cartas Avulsas!
Neste espaço, vamos compartilhar nossos textos, poesias, mensagens, e tudo de bom e ruim que a vida nos proporcionou. Uma evolução, de jovens, prestes a chegarem à fase adulta: faculdade, emprego, compromissos e muita responsabilidade. É assim que se inicia a vida. A vida fora dos contos de fada... Histórias do passado e do presente, parágrafos felizes e tristes, de uma vida de amizades, sonhos e ilusões.
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